Arquitectura do memorial da América Latina

29 nov 2013

(Texto sobre a excursão dos dois oitavos anos para o Memorial da América Latina. Os alunos escolheram alguns temas – mitologia, arquitetura, arte, por exemplo – e organizaram uma exposição de fotos e outras expressões culturais latino americana.)

Beatriz Santana Cunha;
Leonardo Azzi Lopes;
Guilherme Lavieri;
Taina Soares de Figueiredo

Na quarta-feira, dia 13 de Novembro de 2013, visitamos o Memorial da América Latina, nesta experiência ficamos impressionados com a arquitetura do Memorial, porque é uma arquitetura diferente, ela não esta nos padrões que estamos acostumados a conviver em Campinas. Percebemos que ela não é reta, mas cheia de curvas.
O memorial da América Latina foi construído em 1989 pelo artista Oscar Niemeyer (1907-2012). O objetivo do Memorial é difundir as manifestações latino-americanas de criatividade e saber, sempre com objetivo de integrar relações culturais, políticas, econômicas sociais.
O que mais gostamos, em nossa visita foi a ponte estaiada, que liga as duas partes do Memorial. Ela, como as outras obras de Oscar Niemeyer, é feita de curvas tendo como sustentação superior um pilar central curvado que começa do meio da parte superior da ponte até o chão. Esse pilar, também conhecido como pendulo e foi a parte que mais gostamos.

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Preparação da Festa da Primavera

24 set 2013

Texto coletivo de apresentação dos trabalhos da turma.

Adentre nossa sala e reviva épocas históricas que marcaram o mundo.

Volte no tempo até a Era Glacial, passe pela Mitologia Grega, a Ilha de Atlântida, a Guerra de Troia, a Guerra de Termópolis, o lendário Rei Arthur, as torturas da Inquisição, a Revolução Francesa, a monarquia, as raízes do nazismo, a perigosa Alcatraz, Paris no século XX, o hilariante Chaplin, a Revolução do México e o Muralismo Mexicano, as pinturas de Frida, a máfia e a guerra fria.

Quando você sair, perceberá que reviveu muitos anos da História, em poucos minutos e sem sair daqui.

8º ano tarde

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Resenha do livro “O Velho e o Mar”, de Ernest Hemingway

16 maio 2013

Nossa segunda leitura durante as aulas de Português neste ano foi O Velho e o Mar, novela escrita pelo estadunidense Ernest Hemingway, mas que está ambientada no litoral cubano. Após a lermos e sobre ela conversarmos, produzimos, em trios, seis resenhas. Uma delas é a que publicamos abaixo.

O Velho e o Mar, uma obra clássica de Ernest Hemingway, é um livro para refletir.
Ele conta a história de um velho pescador que sai ao mar em busca de sorte, depois de mais de oitenta longos dias de azar que são materializados em um grande peixe espadarte.
Vale à pena conferir esta história que, apesar de tratar de solidão e sofrimento, é bela e um tanto quanto amorosa e surpreendente.

Beatriz, Fernanda e Sabrina

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Resenha do livro “O Carteiro e o Poeta”, de António Skármeta

12 abr 2013

Terminamos de ler o livro “O Carteiro e o Poeta”, do escritor chileno António Skármeta, e depois assistimos a um filme livremente inspirado nessa obra. Após a leitura (e antes da “sessão de cinema”), escrevemos, individualmente, uma resenha. A que publicamos a seguir é a que foi produzida pela Yara.

O Carteiro Mario e o Poeta Pablo

No Chile, um jovem rapaz, chamado Mario Jiménez, “trabalhava” como pescador – mas ele vivia fingindo estar resfriado, para não precisar fazer o serviço, já que detestava a profissão. Então, subitamente, começa a trabalhar de carteiro. Porém, numa cidadezinha pequena, como a dele, quem receberia as cartas? Nada mais, nada menos que o poeta Pablo Neruda. No começo, Mario se sente nervoso. No entanto, depois de um tempo, uma amizade vais se formando entre os dois.
Estava tudo bem para Mario, que agora tinha emprego e um amigo novo. Mas aí, um dia ele vai ao bar e encontra Beatriz, a sensual filha da dona do estabelecimento, que com sua beleza o deixa mergulhado em profunda paixão. Desesperado por tê-la, Mario pede conselhos a seu novo amigo.
E agora? Será que Pablo ajudará Mario a conquistar sua amada? Um livro engraçado, romântico e cheio de metáforas lhe aguarda: um livro sobre paixão e amizade.

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O Carteiro o Poeta

28 fev 2013

Neste primeiro trimestre de 2013 leremos um livro chamado “O Carteiro e o Poeta”, escrito pelo chileno António Skármeta, que relata, de maneira em grande parte ficcional, a relação de amizade que existiu entre um carteiro e um poeta, como sugere o título da obra.

Antes de iniciarmos essa leitura, fizemos, em grupos, uma pequena biografia, com toques ficcionais, do poeta em questão. Um dos textos que produzimos é o que segue, dos autores Fernanda, Giulia e Cauê.

Esperamos que gostem!

Boa leitura, 8ºT

 

O Grande Menino Poeta Pablo Neruda

 

Em 12 de julho do ano de 1904 nascia um futuro poeta, na cidade de Parral: Neftalí Ricardo Reyes Basalto.

Aos seis anos de idade, ele se mudou para Temuco, apenas com seu pai, pois havia perdido sua mãe quando tinha somente um mês de vida.

Lá viveu até seus sete anos, quando entrou para a escola Liceu e conheceu a leitura e a escrita e começou a se interessar por poemas.

Neftalí sempre teve algo de especial: não eram poderes mágicos, nem o ato de cozinhar bem… A poesia corria nas veias desse garoto tão pequeno, que ainda na escola já publicava seus poemas no jornal “La Mañana”, um ótimo jornal, por sinal.

Quem não conhece direito a história desse menino poeta pode pensar que talvez ele não gostasse ou até sofresse por conta de seu nome, mas nós aqui sabemos que Neftalí Ricardo Reyes Basalto transformou-se em Pablo Neruda para homenagear dois poetas: o tcheco Jan Neruda e o francês Paul Verlaine. Esse novo nome, que era pra ser apenas o artístico, acabou virando o seu nome legal.

Então, em 1971, Pablo Neruda acaba descobrindo uma pedra em seu caminho poético e nesse mesmo ano o Prêmio Nobel de Literatura lhe é dedicado.

Infelizmente, em 23 de setembro de 1973, Neftalí Ricardo Reyes Basalto, ou Pablo Neruda, o menino poeta, falece.

 

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Link para o livro Do Contrato Social do Rousseau

26 set 2012

http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?select_action=&co_obra=2244

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Revolução Francesa: declaração dos direitos do homem e do cidadão de 1789

26 set 2012

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO HOMEM E DO CIDADÃO DE 1789

 

Os representantes do povo francês, constituídos em ASSEMBLEIA NACIONAL, considerando que a ignorância, o esquecimento ou o desprezo dos direitos do homem são as únicas causas das desgraças públicas e da corrupção dos Governos, resolveram expor em declaração solene os Direitos naturais, inalienáveis e sagrados do Homem, a fim de que esta declaração, constantemente presente em todos os membros do corpo social, lhes lembre sem cessar os seus direitos e os seus deveres; a fim de que os actos do Poder legislativo e do Poder executivo, a instituição política, sejam por isso mais respeitados; a fim de que as reclamações dos cidadãos, doravante fundadas em princípios simples e incontestáveis, se dirijam sempre à conservação da Constituição e à felicidade geral.

Por consequência, a ASSEMBLEIA NACIONAL reconhece e declara, na presença e sob os auspícios do Ser Supremo, os seguintes direitos do Homem e do Cidadão:

Artigo 1º- Os homens nascem e são livres e iguais em direitos. As distinções sociais só podem fundar-se na utilidade comum.

Artigo 2º- O fim de toda a associação política é a conservação dos direitos naturais e imprescritíveis do homem. Esses Direitos são a liberdade. a propriedade, a segurança e a resistência à opressão.

Artigo 3º- O princípio de toda a soberania reside essencialmente em a Nação. Nenhuma corporação, nenhum indivíduo pode exercer autoridade que aquela não emane expressamente.

Artigo 4º- A liberdade consiste em poder fazer tudo aquilo que não prejudique outrem: assim, o exercício dos direitos naturais de cada homem não tem por limites senão os que asseguram aos outros membros da sociedade o gozo dos mesmos direitos. Estes limites apenas podem ser determinados pela Lei.

Artigo 5º- A Lei não proíbe senão as acções prejudiciais à sociedade. Tudo aquilo que não pode ser impedido, e ninguém pode ser constrangido a fazer o que ela não ordene.

Artigo 6º- A Lei é a expressão da vontade geral. Todos os cidadãos têm o direito de concorrer, pessoalmente ou através dos seus representantes, para a sua formação. Ela deve ser a mesma para todos, quer se destine a proteger quer a punir. Todos os cidadãos são iguais a seus olhos, são igualmente admissíveis a todas as dignidades, lugares e empregos públicos, segundo a sua capacidade, e sem outra distinção que não seja a das suas virtudes e dos seus talentos.

Artigo 7º- Ninguém pode ser acusado, preso ou detido senão nos casos determinados pela Lei e de acordo com as formas por esta prescritas. Os que solicitam, expedem, executam ou mandam executar ordens arbitrárias devem ser castigados; mas qualquer cidadão convocado ou detido em virtude da Lei deve obedecer imediatamente, senão torna-se culpado de resistência.

Artigo 8º- A Lei apenas deve estabelecer penas estrita e evidentemente necessárias, e ninguém pode ser punido senão em virtude de uma lei estabelecida e promulgada antes do delito e legalmente aplicada.

Artigo 9º- Todo o acusado se presume inocente até ser declarado culpado e, se se julgar indispensável prendê- lo, todo o rigor não necessário à guarda da sua pessoa, deverá ser severamente reprimido pela Lei.

Artigo 10º- Ninguém pode ser inquietado pelas suas opiniões, incluindo opiniões religiosas, contando que a manifestação delas não perturbe a ordem pública estabelecida pela Lei.

Artigo 11º- A livre comunicação dos pensamentos e das opiniões é um dos mais preciosos direitos do Homem; todo o cidadão pode, portanto, falar, escrever, imprimir livremente, respondendo, todavia, pelos abusos desta liberdade nos termos previstos na Lei.

Artigo 12º- A garantia dos direitos do Homem e do Cidadão carece de uma força pública; esta força é, pois, instituída para vantagem de todos, e não para utilidade particular daqueles a quem é confiada.

Artigo 13º- Para a manutenção da força pública e para as despesas de administração é indispensável uma contribuição comum, que deve ser repartida entre os cidadãos de acordo com as suas possibilidades.

Artigo 14º- Todos os cidadãos têm o direito de verificar, por si ou pelos seus representantes, a necessidade da contribuição pública, de consenti- la livremente, de observar o seu emprego e de lhe fixar a repartição, a coleta, a cobrança e a duração.

Artigo 15º- A sociedade tem o direito de pedir contas a todo o agente público pela sua administração.

Artigo 16º- Qualquer sociedade em que não esteja assegurada a garantia dos direitos, nem estabelecida a separação dos poderes não tem Constituição.

Artigo 17º- Como a propriedade é um direito inviolável e sagrado, ninguém dela pode ser privado, a não ser quando a necessidade pública legalmente comprovada o exigir evidentemente e sob condição de justa e prévia indenização.

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História: a dura vida de escravos no Brasil dos engenhos, por Fabiana Lara Sampaio

30 ago 2012

Texto de ficção inspirado nas informações e fontes presente no livro Uma Breve história do Brasil de Mary del Priore.

 Relato sobre as condições de vida dos escravos de Scarllet

 Fabiana Lara Sampaio

Meu nome é Scarllet, sou uma jovem peregrina, vivo viajando em busca de novas descobertas. Parti da França para o Brasil, a mando de meu senhor, para poder conhecer e observar a cultura de outros povos.

Participei de várias guerras, tive várias experiências de habitar lugares novos e conhecer o que os povos cultivavam. Muitos deles cultivavam vários tipos de alimentos, como frutas, mandioca, milho e batata.  Mas o que mais me chamou atenção em minha viagem foi o modo de vida dos escravos. O que vou relatar, agora.

Quase todos eles eram negros. Serviam seus senhores e patrões da maneira mais sofrida possível, como por exemplo; podiam ser trocados por algum tipo de terreno e fortunas, ou podiam ser vendidos. Eram vistos como mercadorias e alimentavam-se de sobras de comida. Para aliviar toda a pressão e sofrimento, eles inventaram alguns tipos de jogos e danças como, por exemplo, a capoeira.

Em minha opinião, sem dúvidas, os escravos não eram tratados como seres humanos. Não tinham nenhum tipo de liberdade, muito menos poder político. Não faziam parte da sociedade. Eram condenados a trabalhar. Eram proibidos de praticar sua religião de origem africana ou de realizar suas festas e rituais africanos. Tinham que seguir uma única religião: a católica.

Quem sofria com a escravidão, não eram apenas os adultos. As crianças negras também. Elas eram completamente excluídas do povo, se sentavam no chão, e vestiam roupas extremamente simples, ao contrário de outras crianças brancas, que tinham total qualidade de vida.

Escrevi esse relato, para abrir os olhos do povo. Quem sabe, se batalharmos muito, durante algum tempo, e se todos nós ficarmos unidos conseguiremos algum tipo de liberdade, tanto política, quanto social, para eles.

Aguarde, ainda vamos conseguir o fim da escravidão. E escreverei novamente, assim que puder.

Deixo a minha palavra. Se todos nos unir, vamos conseguir.

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O texto acima constitui parte de um projeto de criação e publicação de textos dos alunos do 8º. Ano da manhã e da tarde em uma Revista de História. Os textos deveriam envolver problemas históricos discutidos em aula, com base no capítulo V do livro Uma Breve História do Brasil de autoria da historiadora Mary del Priore.

Os alunos, na ocasição, deveriam encarnar olhares estrangeiros (europeus) sobre o Brasil de meados do século XVII. Todos deveriam construir personagens que viajariam para o Brasil e descreveriam os engenhos de açúcar e sua complexa estrutura ou a dura vida dos homens escravizados (a maioria de origem africana) e alguns aspectos de sua cultura ou a relação com os senhores.

 Rafael Gonzaga

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